Se eu ficasse paraplégica, provavelmente não podia estar agora a escrever.
Se eu fosse cega, de certeza que não conseguia ver o que escrevo e o que toco.
Se eu fosse psicopata, provavelmente estaria num manicómio.
Se eu fosse surda, provavelmente não estava agora a ouvir música.
Se eu fosse, se eu fosse, eu eu fosse (...) mas não sou. E toda a gente (parto desse principio) tem noção das coisas que uma pessoa deficiente motora ou mental têm de abdicar. Mas e então? Todos se queixam na mesma, não é? Ás vezes, acho que só as pessoas ao serem surdas, cegas, ou que andassem num cadeira de rodas, (só por segundos) é que conseguiriam dar valor ao que têm e ao que são hoje.
É normal que a gente fique triste porque temos problemas amorosos, ou por qualquer coisa que nos meta mais triste, porque afinal de contas ainda há por aqui dentro, sentimentos; mas há coisas e coisas. Certo?
Concordo plenamente com isto, as vezes so damos valor à vida quando nao a podemos aproveitar totalmente .
ResponderEliminarquanto ao post obrigada *-*
e a musica identifico-me bastante com ela o:
Gosto do teu blog :D
seguir em frente é assim que tem de ser :s
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