She's a dreamer, and she knows it!

sábado, 16 de outubro de 2010

Se eu fosse... Mas não sou.

Se eu andasse numa cadeira de rodas, provavelmente não precisaria de uma cadeira na secretaria.
Se eu ficasse paraplégica, provavelmente não podia estar agora a escrever.
Se eu fosse cega, de certeza que não conseguia ver o que escrevo e o que toco.
Se eu fosse psicopata, provavelmente estaria num manicómio.
Se eu fosse surda, provavelmente não estava agora a ouvir música.
Se eu fosse, se eu fosse, eu eu fosse (...) mas não sou. E toda a gente (parto desse principio) tem noção das coisas que uma pessoa deficiente motora ou mental têm de abdicar. Mas e então? Todos se queixam na mesma, não é? Ás vezes, acho que só as pessoas ao serem surdas, cegas, ou que andassem num cadeira de rodas, (só por segundos) é que conseguiriam dar valor ao que têm e ao que são hoje.
É normal que a gente fique triste porque temos problemas amorosos, ou por qualquer coisa que nos meta mais triste, porque afinal de contas ainda há por aqui dentro, sentimentos; mas há coisas e coisas. Certo?

Portanto, até gosto da vida que tenho...

2 comentários:

  1. Concordo plenamente com isto, as vezes so damos valor à vida quando nao a podemos aproveitar totalmente .
    quanto ao post obrigada *-*
    e a musica identifico-me bastante com ela o:
    Gosto do teu blog :D

    ResponderEliminar
  2. seguir em frente é assim que tem de ser :s

    ResponderEliminar